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T & D® - MEDICINA

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NOVO TRATAMENTO AJUDA NO COMBATE

 

AO CÂNCER DE GÂNGLIOS LINFÁTICOS

O medicamento MabThera unido a outras drogas pode representar uma nova terapia, mais eficiente e segura no combate a este tipo de câncer

Os pacientes portadores de Linfomas Não Hodgkin (LNH) podem, a partir de agora, contar com mais uma vitória na corrida contra a doença. Após o lançamento do medicamento MabThera (rituximab) _um anticorpo monoclonal -, importante aliado no tratamento deste tipo de tumor, uma nova combinação de drogas revoluciona e transforma a vida dos portadores deste tipo de câncer.

A nova terapia baseia-se nos estudos feitos pelo Roswell Park Cancer Institute (RPCI), dos Estados Unidos, nos quais é proposta uma combinação de drogas, com seis infusões de MabThera, combinadas a seis ciclos do esquema CHOP (ciclofosfamida, doxorrobicina,, vincristina e prednisona).

Os resultados, publicados na edição de janeiro de 99 do Jornal Americano de Oncologia Clínica, atestam a qualidade do novo tratamento. Dos 40 pacientes submetidos à nova medicação, 22 obtiveram resposta completa (55%); 16 obtiveram respostas parciais (40%) e os outros dois, que não fizeram o tratamento não obtiveram resultados.

O rituximab é primeiro anticorpo monoclonal para o tratamento de câncer aprovado pelo FDA, agência norte-americana responsável pela aprovação dos medicamentos. Age ligando-se a uma proteína _ o antígeno CD20 _ encontrada somente na superfície de células B linfomatosas e normais. Seu uso em conjunto com o esquema aparentemente melhora a eficácia desse antigo esquema, sem aumentar os efeitos colaterais.

O MabThera já é comercializado no Brasil pelo laboratório Roche.

Roche do Brasil.

 

ENDOSTATINA

A endostatina é uma droga e foi divulgada mundialmente no ano passado como capaz de eliminar tumores. É capaz de interromper o crescimento de tumores em ratos.
A endostatina é uma proteína natural que bloqueia a formação de vasos sanguíneos. No caso do câncer, por exemplo, acaba interrompendo a irrigação do tumor interrompendo o fornecimento de nutrientes e destruíndo as células tumorais, segundo os estudos recentes feitos por Judah Flkman de Havard. Sua eficácia ainda não está comprovada.
Porém a endostatina pode trazer, também, esperança para tratamentos contra doenças cardiacas pois revelou-se com importante função contra o enrijecimento das artérias inibindo, desta forma, a aterosclerose.
Revista Circulation - USA

 

 

XELODA

UMA INOVAÇÃO NO

CÂNCER DE MAMA

Produto da Roche é o primeiro medicamento oral tumor-ativado para

o tratamento do câncer de mama metatástico

 

O Xeloda (princípio ativo, capecitabina) pertence a uma nova classe de medicamentos para o combate do câncer e teve sua aprovação pela Food and Drug Administration (FDA) em maio de 1998. O novo medicamento é o primeiro tratamento oral tumor-ativado para pacientes portadoras de câncer de mama metatástico resistentes à quimioterapia padrão com paclitaxel e antraciclina.

Os estudos clínicos com Xeloda envolveram 162 pacientes. Os resultados mostraram que 18,5% das pacientes intensamente pré-tratadas e sem muita chance de resposta ao tratamento tiveram redução de mais de 50% no tamanho do tumor, sendo que algumas tiveram remissão completa da doença. O FDA baseou a aprovação do remédio nos resultados obtidos no subgrupo com 43 pacientes resistentes a regimes com paclitaxel e antraciclina. Nesse subgrupo o índice de resposta ao tratamento foi de 26,5%.

O tratamento com Xeloda é um avanço significativo no tratamento do câncer de mama metástico. O uso do medicamento leva a uma perda mínima dos cabelos e efeitos colaterais controláveis e reversíveis após a sua descontinuação, além de eliminar a ida às clínicas de quimioterapia e reduzir as chances de infecção hospitalar, propiciando, assim, uma importante melhora na qualidade de vida das pacientes.

Estima-se que nos Estados Unidos aproximadamente 120 mil mulheres vivam com câncer de mama metatástico ou em estádio avançado e que ocorram, anualmente, 45 mil mortes por conseqüência da doença.

O Xeloda será lançado no Brasil até abril de 1999.