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T & D® - MEDICINA



CÂNCER DE RIM

ESTÁGIO I

T1 da Classificação AJCC ou T2, N0, M0

A ressecção constitui terapia aceitável, e freqüentemente curativa, nos casos de câncer de células renais em estágio I. A ressecção pode ser simples ou radical. Este último tipo de cirurgia inclui a ablação do rim, da glândula adrenal, da gordura perirrenal e da fáscia de Gerota, com ou sem dissecção de nodos linfáticos regionais. Alguns cirurgiões, mas não todos, acreditam que resultados superiores são obtidos com a cirurgia radical. Em pacientes que não são candidatos a cirurgia, a radioterapia externa ou a embolização arterial podem proporcionar efeitos paliativos. Em pacientes com neoplasmas bilaterais em estágio I, a nefrectomia parcial bilateral ou a nefrectomia parcial unilateral com nefrectomia radical contralateral, quando tecnicamente viável, pode ser uma alternativa preferível à nefrectomia bilateral implicando em diálise ou transplante de rim. Há cada vez mais evidências de que a doença pode ser curada através da nefrectomia parcial em pacientes selecionados. É importante que um patologista examine o espécime em estado bruto assim como um seção congelada da margem parenquimatosa da excisão.

Opções de tratamento:

Nefrectomia radical.

Nefrectomia simples.

Nefrectomia parcial (pacientes selecionados).

Radiação por raio externo (paliativo).

Embolização arterial (paliativo).

Estudos clínicos.

 

ESTÁGIO II

T3a, N0, M0 da Classificação TNM AJCC

A ressecção cirúrgica constitui terapia aceitável, freqüentemente curativa, nos casos de câncer de células renais em estágio II. A ressecção deve ser radical. A cirurgia inclui a ablação do rim, da glândula adrenal, da gordura perirrenal e da fáscia de Gerota, com ou sem dissecção de nodos linfáticos regionais. A linfadenectomia é comumente utilizada, porém a sua eficácia ainda não foi definitivamente comprovada. Radioterapia por raio externo tem sido administrada antes e depois da nefrectomia sem evidências conclusivas de que esta prática melhora a sobrevida dos pacientes em comparação com a cirurgia isolada, mas pode ser benéfica em pacientes com tumores mais extensos. Em pacientes que não são candidatos à cirurgia, a embolização arterial pode proporcionar efeitos paliativos.

Em pacientes com neoplasIas bilaterais em estágio T3a , a nefrectomia parcial bilateral ou a nefrectomia parcial unilateral com nefrectomia radical contralateral, quando tecnicamente possível, pode ser uma alternativa preferível à nefrectomia bilateral implicando em diálise ou transplante de rim.

Opções de tratamento:

Nefrectomia radical.

Nefrectomia antes ou depois de radioterapia por raio externo (pacientes selecionados).

Nefrectomia parcial (pacientes selecionados).

Radioterapia por raio externo (paliativo).

Embolização arterial (paliativo).

Estudos clínicos.


ESTÁGIO III

(T3b, N0, M0 da classificação TNM AJCC; todos os T, N1-3, M0 )
T3b, N0, M0

A ressecção cirúrgica constitui terapia aceitável, freqüentemente curativa, nos casos de câncer de células renais em estágio II. A ressecção deve ser radical. A cirurgia inclui a ablação do rim, da glândula adrenal, da gordura perirrenal e da fáscia de Gerota, com ou sem dissecção de nodos linfáticos regionais. A linfadenectomia é comumente utilizada, porém a sua eficácia ainda não foi definitivamente comprovada. A cirurgia também deve incluir a remoção de toda a veia renal e do trombo em cava, assim como de parte da veia cava, conforme necessário. Radioterapia por raio externo tem sido administrada antes e depois da nefrectomia sem evidências conclusivas de que esta prática melhora a sobrevida dos pacientes em comparação com a cirurgia isolada, mas pode ser benéfica em pacientes com tumores mais extensos. Em pacientes que não são candidatos à cirurgia, a embolização arterial pode proporcionar efeitos paliativos. Em pacientes com neoplasmas bilaterais em estágio T3b que apresentam carcinoma de células renais no rim contralateral, a nefrectomia parcial, quando tecnicamente possível, pode ser uma alternativa preferível à nefrectomia bilateral implicando em diálise ou transplante de rim.

Todos os T, N1-3, M0

Este estágio do câncer de células renais pode ser curado através de cirurgia numa pequena minoria de casos. A nefrectomia radical e a dissecção de nodulos linfáticos constituem medidas cirúrgicas necessárias. Não há comprovação de que a radioterapia pré-operatória e pós-operatória tenha utilidade, mas a radioterapia por raio externo pode ser utilizada para fins paliativos em pacientes que não são candidatos à cirurgia. A embolização arterial do tumor pode ser utilizada de forma pré-operatória a fim de reduzir a perda de sangue durante a nefrectomia ou para fins paliativos, em pacientes com doença que não pode ser tratada com cirurgia.

Opções de tratamento:

No caso de tumores T3b: nefrectomia radical com ressecção da veia renal e, quando necessário, da veia cava. No caso de todo tipo de tumor T e de tumores N1-3: nefrectomia radical com dissecção dos nodos linfáticos

Embolização pré-operatória e nefrectomia radical.

Radioterapia por raio externo para fins paliativos.

Embolização do tumor para fins paliativos.

Nefrectomia paliativa.

Radioterapia pré e pós-operatória e nefrectomia radical.

Estudos clínicos envolvendo interferon alfa adjuvante

ESTÁGIO IV

A ressecção cirúrgica constitui terapia aceitável, freqüentemente curativa, nos casos de câncer de células renais em estágio II. A ressecção deve ser radical. A cirurgia inclui a ablação do rim, da glândula adrenal, da gordura perirrenal e da fáscia de Gerota, com ou sem dissecção de nodos linfáticos regionais. A linfadenectomia é comumente utilizada, porém a sua eficácia ainda não foi definitivamente comprovada. A cirurgia também deve incluir a remoção de toda a veia renal e do trombo em cava, assim como de parte da veia cava, conforme necessário. Radioterapia por raio externo tem sido administrada antes e depois da nefrectomia sem evidências conclusivas de que esta prática melhora a sobrevida dos pacientes em comparação com a cirurgia isolada, mas pode ser benéfica em pacientes com tumores mais extensos. Em pacientes que não são candidatos à cirurgia, a embolização arterial pode proporcionar efeitos paliativos. Em pacientes com neoplasmas bilaterais em estágio T3b que apresentam carcinoma de células renais no rim contralateral, a nefrectomia parcial, quando tecnicamente possível, pode ser uma alternativa preferível à nefrectomia bilateral implicando em diálise ou transplante de rim.

Todos os T, N1-3, M0

Este estágio do câncer de células renais pode ser curado através de cirurgia numa pequena minoria de casos. A nefrectomia radical e a dissecção de nodulos linfáticos constituem medidas cirúrgicas necessárias. Não há comprovação de que a radioterapia pré-operatória e pós-operatória tenha utilidade, mas a radioterapia por raio externo pode ser utilizada para fins paliativos em pacientes que não são candidatos à cirurgia. A embolização arterial do tumor pode ser utilizada de forma pré-operatória a fim de reduzir a perda de sangue durante a nefrectomia ou para fins paliativos, em pacientes com doença que não pode ser tratada com cirurgia.

Opções de tratamento:

No caso de tumores T3b: nefrectomia radical com ressecção da veia renal e, quando necessário, da veia cava. No caso de todo tipo de tumor T e de tumores N1-3: nefrectomia radical com dissecção dos nodos linfáticos

Embolização pré-operatória e nefrectomia radical.

Radioterapia por raio externo para fins paliativos.

Embolização do tumor para fins paliativos.

Nefrectomia paliativa.

Radioterapia pré e pós-operatória e nefrectomia radical.

Estudos clínicos envolvendo interferon alfa adjuvante.